O Município da Póvoa de Lanhoso promoveu, ao longo do mês de março, uma forte ação ambiental no âmbito da iniciativa “Março Verde”, que culminou com a plantação de cerca de 1500 árvores no concelho.
A ação decorreu num terreno com dois hectares, na freguesia de Covelas, envolvendo aproximadamente 1500 participantes de várias gerações. Entre os envolvidos estiveram alunos dos agrupamentos de escolas do concelho e da EPAVE, utentes de instituições sociais, escuteiros e voluntários de diferentes entidades, incluindo colaboradores da Fujitsu.
Comunidade unida pela reflorestação
A iniciativa teve como principal objetivo reforçar o património natural da Póvoa de Lanhoso, promovendo simultaneamente a consciencialização ambiental e a participação ativa da comunidade.
No arranque da campanha, a 3 de março, o vereador do Ambiente, Gilberto Anjos, destacou a importância destas ações para a regeneração dos solos e valorização da floresta. O responsável sublinhou ainda o caráter estruturado da intervenção, com uma forte componente educativa e de sensibilização.
Plantação planeada e aposta na biodiversidade
A plantação foi cuidadosamente planeada, respeitando as características do terreno e aspetos de segurança, como o distanciamento face a infraestruturas elétricas. Foi utilizada a técnica de carreiras intercaladas, que permite uma melhor organização do espaço e ajuda a travar a propagação de incêndios.
No total, foram plantadas 1500 árvores de espécies autóctones, incluindo sobreiros, pinheiros mansos e bravos, medronheiros, castanheiros, nogueiras, carvalhos alvarinhos, freixos, bétulas e acer pseudoplatanus, reforçando a biodiversidade local.
Continuidade do compromisso ambiental
Esta ação dá continuidade ao trabalho iniciado no ano anterior, quando foram plantadas cerca de 1000 árvores na freguesia de Galegos. Em 2026, o aumento para 1500 exemplares reforça o compromisso do município com a sustentabilidade ambiental.
Mais do que uma iniciativa simbólica, o “Março Verde” afirma-se como um investimento no futuro do concelho, promovendo a educação ambiental e incentivando a proteção da floresta como um património coletivo essencial.



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